
Direção & Cinematografia · São Paulo
Matheus Rangel
Quem te atende é quem segura a câmera.
Entrei no audiovisual pela imagem. Fiquei pelo que ela resolve. Hoje dirijo projetos em que cada frame tem função — posicionar uma marca, construir autoridade, registrar algo que merece durar.
Trabalho solo por escolha, não por falta de estrutura. Quando briefing, roteiro, direção e montagem passam pela mesma cabeça, nada se perde na tradução. Você fala com uma pessoa e recebe uma visão inteira.
Imagem com função
Luz, lente e enquadramento não são gosto pessoal. São decisões a serviço do que o projeto precisa comunicar.
Roteiro antes da câmera
Nenhuma diária começa sem objetivo definido. O roteiro nasce do resultado esperado — não do que renderia um frame bonito.
Olhar de quem assiste
Os primeiros cinco segundos decidem se alguém fica. Cada corte é pensado do lado de fora da tela.
Processo sem atrito
Etapas claras, retorno rápido, prazo cumprido. Sem sumiço no meio do projeto e sem revisão infinita por desalinhamento.